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5 Razões Para Amar o LastFM

Se você já tem LastFM, beleza, leiam esse post como ~dicas~ de como aproveitar melhor essa rede maravilhosa, mas se não, vamos à uma breve introdução.
Imagine uma rede social(galera deve achar que eu falo de redes sociais, rs) onde o que importa de verdade – ao contrário das demais redes – não é a imagem, e sim o som. Como assim, Armando? talok??

Não dá para postar fotos, logo não tem como se prender à imagem. Também não dá para usar como blog ou microblogging, eles até dispõe de um serviço chamado “journal” mas é quase escondido, logo, não dá priorizar esse tipo de uso. Então o LastFM se concentra especificamente na música, em vez de ficar misturando um monte de serviços que outros já fazem.

Para você que ainda não o conhece, aqui vão 5 motivos para te mostrar por quê você também deveria  ter um:

1) barra de compatibilidade

O LastFM é baseado no gosto musical dos usuários, ou seja, nível de “amizade” entre duas pessoas é medida por uma barra, chamada de barra de compatibilidade, ou seja, você faz amizades segundo seu grau de comparação entre bandas/estilo musical com a outra pessoa, que vai de “muito baixo” até “SUPER”.

Usei como exemplo aqui a minha compatibilidade com o perfil do niksilva, que escreve no Infinites Playlist, dêem uma olhada ;)

Usei como exemplo aqui a minha compatibilidade com o perfil do niksilva, que escreve no Infinites Playlist, dêem uma olhada 😉

2) neighborhood / vizinhança

O site encontra usuários que tenham o gosto parecido com o seu e os organiza também por nível de compatibilidade, mostrando as pessoas que mais tem a ver com você.

3) build

Depois de criar sua conta, fazer scrobbles, cumprimentar seus vizinhos – que por acaso são perfeitos, afinal tem o gosto parecido com o seu – o que ainda pode se fazer? Aí que entra o Build. Essa parte do LastFM tem milhares de miniaplicativos(tanto para redes sociais ou para baixar pro seu desktop), e sites que tornam o lastfm muito mais divertido.

Em especial, os que eu mais uso(passe o mouse nos links para uma breve descrição):
Recsplorer, Tastebuds, Gijsco’s Desktop Generator, For WordPress;

4) descobrir músicas novas

Na sua página inicial, sempre lhe são recomendados lançamentos recentes de cds, sem falar nas bandas que são sugeridas conforme você vai ouvindo e atualizando sua biblioteca. Com o passar do tempo no LastFM, além dessas, você vai aprender muitas outras maneiras de conhecer coisas novas.

5) rádio

A função de rádio é simplesmente a melhor de todos os tempos do tipo. Você cria as estações de rádio usando tags como “indie“, somando tags “80’s Rock + 80’s Pop“, usando nomes de artistas/bandas “Keane + Phoenix” entre outras muitas possibilidades. Enfim, é perfeita! Bem, seria perfeita se a rádio fosse inteiramente grátis, mas você tem direito à ouvir normalmente as 30 primeiras músicas usando as suas rádios, depois disso, o trial termina e você precisa pagar para ouvir a rádio. Mas, é só isso, o resto continua funcionando normalmente.

Então gente, espero que tenham gostado, o LastFM é uma ótima ferramenta pra quem gosta de ouvir música, falar sobre e conhecer música nova.

Então, que tal criar a sua conta também?

Proust – Conheça de verdade os seus amigos

O Proust é uma rede social feita para que você possa conhecer melhor aos seus amigos, família, e a si mesmo. Como? Ele faz as perguntas certas, para que você responda e compartilhe para o público ou apenas para quem você conhece.

Como assim?

O Proust é um lugar para famílias e amigos mais próximos compartilharem coisas que realmente importam. No Proust, conversas significativas começam com questões simples 🙂

Questões do tipo “O que você queria ser quando criança?“, “O que você aprendeu da maneira mais difícil?“, “Quem foi seu maior ídolo no esporte?” são bons pontapés para te ajudar a começar por lá.

E outra: Você escolhe as questões que quer responder ou cria as suas próprias perguntas.

Você já pode de cara usar seu FaceBook para se cadastrar, e o Twitter também, para o sharing do conteúdo.

Exemplo de um "tweet" no Proust - Clique para ampliar;

Concluindo,

O Proust agrega idéias de algumas redes mais antigas, como o formspring, usado somente para as perguntas, e a idéia de “família” do pouco conhecido MyHeritage, mas com muitas novidades;

Uma má notícia: por enquanto é totalmente em inglês, o que atrapalha bastante, já que é baseado nas perguntas – ou seja, fica ruim tanto pra quem está escrevendo, quanto pra quem está lendo. Mas acredito que em breve isso será resolvido.

P.S.: Como ainda tá no começo, o Proust tem bastante nomes de usuários disponíveis ainda (eu, por exemplo, consegui botar armando somente, coisa que eu não conseguiria em outras redes), então corra, cadastre-se e chame seus amigos e família, afinal, que graça teria você sozinho em uma rede feita para aproximar as pessoas?

Google+, Orkut-

Se eu dissesse, a dois anos atrás que o Orkut é a melhor rede social do mundo, e portanto, imbatível, aposto que ninguém diria o contrário. Isso, a DOIS anos atrás. Apesar de sua supremacia em relação às redes sociais, o Orkut não soube aproveitar a força e a influência que tinha, não escutou seus usuários quando reclamavam de suas atualizações de gosto duvidoso e então começou a perder amigos para a rede social de Mark Zuckerberg, o Facebook. E, mesmo assim, continuou com as atualizações sem sentido, design pouco intuitivo, e difícil de usar.

Vocês não acharam tudo isso um pouco estranho? Teria o próprio Orkut cometido Orkuticídio?

Fato é, que, enquanto os pro-Orkut e pro-Facebook mantiveram-se firmes na guerra de quem tem o joguinho melhor, a Google, poderia ter usado do seu poder wébico para reformatar o Orkut, tirá-lo da nomenclatura de “beta” e aproveitar o momento em que todos nós usamos redes sociais para relançá-lo com força total, esmagando as demais redes sociais de uma vez por todas. Reparem, eu disse “poderia“. Se algum dos engenheiros do Orkut chegou com essa proposta ao seu superior, com certeza a resposta foi: “não”.

Não? É, “não”. Assim, seco. A Google ao invés de jogar uma bóia para um de seus filhos mais bem sucedidos(o que com certeza fez mais sucesso aqui no Brasil), o deixou afundar totalmente. Largou-o de mão, inventaram o tal do “Orkut Ao Vivo“: fracasso total. Bem, talvez não um fracasso completo, mas, com certeza, não teve o sucesso que lhe era esperado. A Google, aliás, fez exatamente o contrário do que seria esperado pelos que ainda acreditavam no Orkut: sem pensar três vezes, criou uma rede social novinha em folha, o Google+, ou Google Plus, como queiram.

Pra quê vamos ficar nos batendo com essa rede social problemática? Já vimos de tudo por lá: gangues combinando encontros, brigas conjugais, pedofilia, e até mesmo fotos de pessoas cercada de notas de dois reais em cima da cama. É uma rede social falida, morta, motivo de piada diante de todas as outras. Criaram até um novo termo pra designar esse tipo de comportamento: ORKUTIZAÇÃO, vê se pode, Cláudio. Poderíamos até mudar o design, relançar, mas as mesmas pessoas continuariam lá, e com o mesmo pensamento, mesmas atitudes. Não dá não, vamos pensar outra coisa”. Tenho certeza de que se não foi essa resposta que o chefe deu ao engenheiro do Orkut, foi beeem próxima a isso. Ou simplesmente um “não”, quem sabe?

Assim como os exemplos dados nesse diálogo que eu propus, a Google não perderia tempo, investimento e respeito em uma rede já falida. Então, ao contrário disso, deram mais corda pra se enforcar, afinal era isso que eles queriam. A morte de um velho que só estava dando problemas (o qual ninguém mais estava dando tanta atenção assim) e a esperança no nascimento de uma rede nova, com promessas inovadoras, sem problemas algum, ao qual eles pudessem dar educação e criar direitinho. Afinal, a Google não deixaria mais um filho seu largado nas mãos de qualquer um. Não dessa vez.

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