De Repente 60

Sempre tive comigo uma espécie de “auto desidentificação” quanto à minha idade. Raríssimas vezes até me sinto mais novo do que realmente sou, mas a maioria do tempo eu me sinto mais velho. Bem mais velho. Bem, sou filho único. E  talvez isso já explique alguma coisa. Apesar de sempre manter contato com com meus primos e amigos, eu curtia mesmo era jogar meu MegaDrive sozinho, ler meus gibis e hq’s também sozinho, por aí vai. Não acho que “curtia” seja a palavra certa. Sem irmãos, fui acostumado assim e não adianta. Há quem diga que eu já tenha nascido velho. Bobagem.

Não gosto de estar o tempo todo em festas (qualquer tipo), não faço questão de sair no fim de semana ou feriados. Sou totalmente o oposto daquela galera que não vê a hora de chegar o carnaval/férias de julho só pra viver saindo sem pra voltar, passar o dia na praia ou nas próprias festas (como se pode notar aqui). Não acho que eu seja uma pessoa amarga por isso, na verdade estou quase sempre de bom humor.

Gosto muito mesmo de conversar, seja com pessoas da minha idade ou com meus primos mais novos. Também adoro conversar com gente bem mais velha; meus avós e avós de outras pessoas. Acho que me dou bem com crianças e idosos porque me pareço eles. Nossas ideias são bem parecidas, se for pensar. Sou ótimo em falar besteiras e assuntos completamente aleatórios, como as crianças fazem o tempo todo – e sempre que posso as estimulo com isso. A ingenuidade e a dúvida são as coisas mais puras e interessantes que as crianças tem. A gente vai crescendo e aprendendo a querer ter certeza de tudo, quando na maioria das vezes a gente não sabe de nada. Todos passamos por essa fase, principalmente na adolescência (se a velhice é a melhor idade, esta é a pior). Adolescentes são tão cheios de si, quando deveriam aproveitar a época para manter a cabeça aberta. Mas isso nem é culpa deles na maioria das vezes.

É tanta pressão, tanta coisa boa e ruim acontecendo (para os parâmetros da adolescência, claro) que é impossível manter-se em cima do muro. È preciso tomar partido em algo e diferenciar-se do resto. Mas aí é que tá. é tanta gente querendo ser diferente que todos ficam “diferentes”. Todos se tornam iguais. Querem ser diferentes mas usando o método que é padrão: mudar a aparência. Mudança aparente. Aparentemente, muda.

A gente gasta um tempão tentando parecer diferente (e consegue), mas moda passa, cabelo a gente corta e roupa a gente troca. Acabamos esquecendo de ser diferente no que realmente importa. Conheço muita gente que decide seguir uma ideologia mesmo sem entender direito. Veste a camisa e acaba fazendo só isso mesmo, vestindo uma camisa. Porque depois que o ” ser diferente” muda, é só comprar outra.

Não tô dizendo que a mudança é errada, mas mudar só por mudar é continuar na mesma. Por isso que a mudança interna é tão importante. Pra isso é preciso se conhecer primeiro, entender suas próprias  opiniões, desejos e valores, e isso é muito, muito difícil. Acho que gosto de conversar com gente mais velha justamente por isso. Eles conhecem  a si mesmos há bastante tempo pra poder dizer o que dizem. Eles tem tanta certeza sobre algumas coisas quanto um adolescente, mas o tempo de vida, as relações e as experiencias que o mais velho tem não me deixam dúvidas sobre a qual eu prefiro escutar. Mesmo quando eu acho que estou certo sobre alguma coisa e alguém com cinquenta anos a mais diz o contrário, normalmente não discuto. Não que eu vá necessariamente aceitar o que ele diz, só não vejo porque brigar (deixa que os adolescentes já fazem isso o tempo todo). Gosto de ouvir suas certezas independentes se elas estão certas ou não, se eu vá concordar ou não. Eu tô nesse mundo há 19, e eles há 60.

Que fique bem claro que não me excluo quando digo “os adolescentes”, digo isso numa tentativa (inconsciente) de me afastar dessa galera que não tem nada a ver comigo, mas ainda sou um desses meio perdidos tentando provar alguma coisa pra alguém e pra si mesmo.

É, não tenho como negar que apesar de toda a minha “velhice”, nesse ponto ainda consigo acompanhar meus amigos “jovens”. É aí que eu paro e lembro a mim mesmo “ainda tens 19, cara, larga essa bengala”, checo os dentes mais uma vez pra conferir se são mesmo os meus ou se são dentadura.

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Nota: eu comecei a escrever esse texto no meu caderno, enquanto estava em um órgão desses que tu espera 4-5 horas pra tirar uma carteira e essas ideias me vieram na hora e simplesmente foram surgindo no papel. Cheguei em casa, digitei e dei uma editada tentando não perder o foco original que era: … bem,… qual era o foco mesmo? Bom, preferi deixar assim, sem uma linha exata, como eu provavelmente falaria se fosse explicar isso oralmente. Espero que tenham gostado🙂

Nota 2: Se você gosta e sentiu falta da Coluna Do Armando, percebeu quanto tempo faz desde a última atualização, se você tiver gostado e quiser ver mais posts meus aqui, e mais frequentemente, curta, twitte, comente, discorde, xingue; enfim, bjs. Até a próxima.

E se a Universidade não servir pra você?

Eu, assim como a maioria das pessoas que conheço, cresci com uma espécie de planejamento para o meu futuro, normal. Que seria basicamente ir para o colégio, passar os “jardins”, o fundamental, e concluir o ensino médio já tendo em mente a universidade que iria cursar – pública, é claro. Meus pais não tinham dinheiro pra inserir nos planos uma faculdade particular,  além de ter no meio esse orgulho que é amarrado a entrar em uma pública, sabe como é.

Como eu disse, plano dos pais.

Doutor, advogado, engenheiro, médico. Quem nunca, na infância e adolescência, ouviu seus pais ou parentes mais velhos lhe colocando a responsabilidade de exercer um desses cargos no futuro?  Quando criança parece uma coisa tão simples, uma linha lógica, como a que eu falei algumas linhas acima.

Então você, seguindo o conselho de seus pais, que dizia “estuda, estuda… só assim você vai ser alguém na vida“, foi lá, trilhou seu caminho (o das pedras, como não esquecem de insistir alguns cursos pré-vestibulares) e finalmente chegou à última etapa antes de entrar no ensino superior, o vestibular. Mas no dia do resultado, após conferir no mínimo dez vezes a lista de aprovados, e ficar 15 minutos com os olhos fixos na tela do computador, não conseguiu achar seu nome completo – no máximo alguns nomes ou sobrenomes isolados – que você com certeza espraguejou até a morte.

Tive amigos que apanharam dos pais, alguns choraram semanas, outros simplesmente desistiram, e poucos que passaram. Bem, incrivelmente, dentre os abençoados com a aprovação, alguns fizeram exatamente o contrário do que seria esperado por todos os envolvidos: largaram o curso (ou trancaram, “provisoriamente para sempre“).

O que há em comum entre todos esses grupos de pessoas é que, com certeza, sofreram uma pressão (e até mesmo preconceito) enorme dos amigos, professores, parentes, mas principalmente dos pais ou até mesmo da própria consciência, que não consegue admitir ou entender ser inferior aos outros. Não ser “tão inteligente quanto o seu primo, que passou de primeira“, ou quanto aquela menina meio estranha que sentava no canto da sala e passou em primeiro lugar na federal.

Antes de tomar qualquer decisão, é a hora para parar e pensar: a Universidade é REALMENTE o que eu quero?

Afinal, essa essa é uma pergunta tão óbvia, mas tão óbvia, que quase ninguém se faz. “É CLARO que eu quero ir pra universidade, por que não?“. Quando a pergunta que deveria ser feita é “Peraí,… por que sim?”.

Entrei na universidade com a expectativa de que seria uma extensão ao colégio, apenas uma continuação do ensino médio: trabalhos para casa, algumas atividades em sala, empurrando com a barriga, e caso tirar alguma nota baixa, só me esforçar um pouco pra passar de ano. Ledo engano.

Tive que fazer coisas que nunca tinha feito antes (ou pelo menos não da mesma forma), como passar horas em uma biblioteca, afinal, com a Wikipedia e a internet em geral, me diz quando foi a última vez que você foi em uma? Não lembra? Pois é, nem eu. Quando foi que você reuniu um grupo em casa pra fazer um seminário (ou “trabalho-pra-apresentar”, como gostamos de dizer no ensino médio)e FEZ e estudou para o trabalho, de verdade? E falando nisso, quantas pesquisas você fez completamente sozinho sem ajuda da mãe-de-todos? Então😉.

Acontece que lá você tem que PRODUZIR – essa é uma palavra que se ouve bastante – e não copiar.
Ou você cria, ou você reprova.

Eu sei que isso é duro, até pode soar um pouco pretensioso, mas se você tiver lido todas as linhas com atenção até aqui, já deve prever o que vou dizer e entender que a verdade é que:

A universidade não é para todos.

Sim, é verdade.

Mas peraí, não digo isso porque poucos conseguem entrar, mas porque nem todos conseguem se manter e tirar um real proveito de tudo que a universidade tem a oferecer. Ter um ensino superior, se formar, mas… pra quê?

Melhores salários? Você com certeza já ouviu a frase “hoje em dia tem cara formado procurando emprego de gari“, favor não levar à questão de a frase ser preconceituosa ou não, ela é apenas… verdade. Figurativamente. E se é um bom salário que você quer, pra que se matar estudando durante anos se você pode fazer um concurso e – dependendo do concurso – ganhar a mesma coisa ou até mesmo mais? (a menos que você almeje ganhar mais de R$20 mil por mês né).

E outra, hoje temos vários (eu ia dizer “milhares” mas não sei confere a informação) cursos técnicos que, cara, duram até mesmo um mês e pronto: você tem seu diploma e maiores chances de arrumar emprego – inclusive através de concursos.

A Universidade não é uma extensão natural do ensino médio. E muito menos uma fábrica de gente rica (bem, talvez pra alguns cursos, sim rs).

Peço que não interpretem mal o que eu disse até agora. Eu sempre me dou ao trabalho de encorajar de verdade todas as pessoas que eu conheço entrar em uma universidade porque é um ambiente incrível, a vida muda bastante e pra muitos é um sonho (como pra mim era) e sem falar dos mil caminhos que você encontra lá dentro. O que acontece é que muita gente vai, faz cursinho, estuda, se mata e nem ao menos para pra pensar se esse é realmente o seu sonho, e não de outras pessoas.

Por que, na boa, no final das contas, o que vai importar de verdade, não é o que as pessoas pensam sobre você ou que você faz, ninguém vai pagar suas contas. Nem sua profissão, nem seu carro, seu dinheiro, isso não vai mudar quem você é. Muito menos a formação que você tem.

A universidade pode não servir pra todo mundo, mas a chance é igual pra todos. Por isso pense, analise de verdade, se é o que você precisa, se é o que você quer. Concorrer a uma universidade ou não, é uma decisão muito importante, e só cabe a você decidir o melhor a fazer, então não deixe ninguém fazer isso por você.

Faça uma redação sobre as suas férias (valendo 2,0pts)

Praia, sol, gente seminua, música alta, ah, o verão… tem como não amar?
Claaaro que sim, amigo. Na verdade, os motivos que alguns tem para amar, são os mesmos motivos pelo qual eu não gosto, todos esses aspectos que citei, pra mim representam a parte negativa das férias. Imagine seguinte situação:

Você chega na praia, “EEEEEE MARZÃÃO….” (pensa), aí sua família escolhe ficar na frente do bar de sempre, por ~~tradição~~ (coincidentemente, o mais barato) aí seu tio chega e bota no player do carro aquele cd do Aviões do Forró de 2006, por tradição também (uma família muito tradicional), e seus primos pegam a bola e armam logo aquela trave com gravetos (ah, outra coisa, seu primo sempre rouba você, presta atenção). Uma hora depois, o trânsito de carros já é insustentável, e um LEKÃO STRONDA passa de moto, destrói a trave e quase bate o Júnior, seu primo pequeno (todo mundo tem um primo pequeno chamado Júnior né). “É, cancela, vamo pra água”. Mas a água é salgada, o sol tá no ápice do seu sucesso, é um saco ficar mais de dez minutos – sim, você não é mais criança. “AFFF VO COMER”. Chega lá com a família, seu tio já tá em coma alcoólico e agora tá tocando Limão Com Mel®. Você pega o cardápio:

– CocaCola (lata): R$ 10;
– Salgado + Suco: R$ 10;
– Porção 01 perna de frango, ½ colher de arroz, ½ de feijão: R$ 10;
– Banheiro: R$10

Você: “caralho, tudo na praia é dez reais, perdi a fome, vou dar uma volta pela praia” – aí chove.

Não tem nada de mais na praia, só tem terra, e água salgada. Dá pra se divertir tanto em casa quanto na praia. Na verdade é até melhor quando chove, porque o sol dá um tempo e diminui o número de pessoas, o clima é 10000x mais agradável, e talvez: C-C-C-COMBO BREAKER –  a sua família vai querer ir embora.

Praia só é legal se você for:
a) Menor de 10 anos;
b) Tiozão de sunga e óculos espelhado;
c) Gringo/a praia é algo novo ou diferente pra você;
d) o Eike Batista (sim, tudo fica legal se você for o Eike Batista);
e) surpreendido pela chuva.

Opa, já é difícil ter show bom em Belém (e arredores) em período “normal”, imagine nas férias, onde você só encontra lugares tocando:

a) Pagode
b) Melody
c) Funk
d) Todas as alternativas anteriores

Agravante 1: Época de Carnaval.
Agravante 2: Carnaval fora-de-época.

Ou seja: Maravilha né amigo, sobre esse capítulo nem preciso me aprofundar, próximo, por favor.

Aah, agora sim, hein? A melhor parte das férias, onde você tem as melhores coisas que a vida pode lhe oferecer:

Sofá, Wi-Fi, comida barata (de graça, na verdade), sua geladeira, sua cama, seu videogame. Só de falar já me dá saudades de casa (sendo que eu ESTOU em casa). Ter liberdade pra fazer o que quiser sem ninguém ficar te acordando ou a sua consciência fazer questão de lembrar EI, TIRA O PÉ DO SOFÁ, VOCÊ NÃO TÁ EM CASA“.

“NÃO ACREDITO QUE VOCÊ SAI DE CASA PRA FICAR EM CASA!?????!! AFFFFF”

Nem sempre. Festas e praias são praticamente iguais em todo lugar, agora as casas não. Quanto à esse argumento, você sai de uma cidade que tem festas para ir para outras cidades que tem exatamente as mesmas festas? Tenha dó, né.

Se for pra sair de casa, que seja pra conhecer a cidade, passar um tempo com a família, e não com um monte de desconhecidos – a não ser que você não goste da sua família, rs, aí já é outra coisa.

Então, é isso, espero que  vocês tenham gostado, você pode ainda baixar este post em forma de manual pdf pelo Megaupload, só procurar. E, ah, não vou escrever um post sobre o carnaval, não agora, QUEM SABE outra vez. Não vou ficar me repetindo aqui, o carnaval é uma merda por si só, de todas as formas imagináveis, seria tipo falar mal de câncer de pele.

Bom feriado pra vocês, cuidado com o trânsito, cuidado com seus órgãos genitais, não beijem ninguém sem conhecer, e não se esqueçam, crianças: assim como a herpes, a má fama é uma coisa que passa de boca em boca – muitas vezes ao mesmo tempo (essa eu inventei agora rs).

Ah, lembrei que já chegaram comigo na internete dizendo “ai armando, teus posts não tem mais aquela pegada política, agora tu fala de ônibus e redes sociais kkkkk nossa eu gostava mais quando era underground???” Meu amigo, deixa eu te falar uma coisa: tô de férias, eu escrevo aqui sobre o que eu penso/gosto/detesto, não ganho dinheiro pra isso, e, PORRA, o WILLIAM BONNER fica contando calorias e falando que barulho que faz um helicóptero no twitter e vocês se batem porque eu, um mero mortal, não estou escrevendo a continuação para os dias atuais de “O Príncipe” do Maquiavel? kkkkk espero que seja brinks de vocês.

Bjs, até a próxima. Não se esqueça de  o post (se é que você , né, afinal se você não , não vai ficar clicando em  aí de bobeira né).

Vá reclamar de tédio lá na casa do caralho

Não consigo entender gente que tem a cara de pau de reclamar de tédio. Na boa.

Eu passo a porra de um semestre INTEIRO me matando de estudar você acha que é pra fazer o quê? Pra ficar saindo pra ~~~balada~~? Pra MALHAR? Ou pra, sei lá, ler algum livro? Lógico que não né seu Adalberto (nome fictício). Eu me esforço somente pelo direito de curtir meu tédio, de boas.

“ai que tédio pqp minha vida mimimi ai sem nada pra fazer esse fds”

Hm, aaah, quer dizer que não tem nada pra fazer? Então como me explica o fato de sua mãe reclamar todo dia que seu quarto tá uma bagunça? De seu pai cansar de mandar você sai dessa internet? Daquele tio (aquele das piadas nas reuniões familiares) perguntar:

 – e aí Cláudio, tá sem emprego… ainda? Quantos anos vc tem mesmo? 40??
 – 19, tio.
– ah,.. porra então tira essa barba lava essa cara e arruma um emprego, que tá na hora já

Isso tudo antes de  perguntar “e as namorada??“, né

E as redes sociais estão lotadas de gente com comportamento parecido. E quem tem Twitter então, pqp. Basta dar uma pequena olhada na busca dessa palavra para ver o tanto de gente reclamando que tá morrendo de tédio.

AI QUE PENA QUE VOCÊ NÃO ESTÁ MORRENDO DE VERDADE, AMG

AI QUE PENA QUE VOCÊ NÃO ESTÁ MORRENDO DE VERDADE, AMG

Será que um animal desses não percebe o paradoxo nessa frase? Tá com tédio no twitter? Então sai dessa porra e vai procurar o que fazer, vai no YouTube, na própria Home do site já indicam MUITO vídeo bom, ou pelo menos os que estão em destaque no momento. Tem gente que até hoje pensa que internet se resume a Orkut e MSN (ou ainda os mais descolados, que tem até  Twitter e Facebook).

Tem gente ainda que confunde o conceito de “tempo livre” com “nada pra fazer” – que são duas coisas muito diferentes. Qual é cara? Se você tá estudando, reclama. Se tá sem aula: reclama. Realmente seria ótimo se as pessoas que estão morrendo de tédio realmente morressem de tédio.

AI MEU DEUS MORREU DE QUE ELE??? TÃO JOVEM... - SOUBE QUE ELE TAVA NO TWITTER AÍ SUAS ÚLTIMAS PALAVRAS FORAM "PQP QUE TÉDIO VO MORRE" -1 minutes ago AI MORREU!!!

Mesmo depois de tudo isso ainda crê que o tédio habita seu corpo? Não quer terminar como este rapaz aí (coitado, tão jovem… com tudo pela frente…) e morrer de tédio? Fique por dentro da lista atualizada de 10 mandamentos feita pela galerinha mais irada da internet – a equipe de redação da Coluna do Armando (eu):

  1. Não reclame de tédio. Isso deixará outras pessoas com tédio (e você colecionará unfollows);
  2. Por favor, você não tá “morrendo de tédio“. Deixe de ser viadinho e procure alguma coisa pra fazer.
  3. Vou te dar três links que podem te ajudar a curar essa doença (passe o mouse para uma breve descrição): 3.1, 3.2 e 3.3.
  4. Junte uma mísera grana, chame uns três amigos, pegue sua carteirinha de estudante e vá no cinema (no dia mais barato possível);
  5. Durma;
  6. Se acordar ainda com tédio, durma mais 6 horas e repita o processo até alcançar o resultado desejado;
  7. Organize as pastas do seu computador (funciona);
  8. Conheça os blogs da rede Interbarney;
  9. Pare de compartilhar coisas idiotas no facebook (sei que não tem nada a ver com o assunto, mas deixo a dica pra vcs);
  10. Volte para o Twitter (ou até mesmo para ~~a vida~~) quando se sentir melhor

~~Ui olha o armando dando pití rsrsrrsrsrrs~~~~

Não, não é pití, mas tem gente que me estressa não simplesmente por ser idiota, porque não se dá ao trabalho nem fazer sentido, parece um bolo fecal com pernas – e braços, o que é pior, porque consegue digitar no tecladoe criar conta nas redes sociais pra depois ficar reclamando de tédio.

Se eu souber que você leu este post aqui e está por aí, reclamando de tédio, eu mesmo vou na tua casa te encher de porrada (na verdade não, porque não sei onde você mora, mas não por falta de vontade rs).


Bem, dito isso, vou terminar o post por aqui, porque escrever muito dá um tédio que vocês nem imaginam.

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